Você só sabe que o ama quando o deixa partir. E você deixa ir.
"Eu tive que ir embora
eu estava cansada
de deixar que você
me fizesse me sentir
qualquer coisa
menos que inteira"
eu estava cansada
de deixar que você
me fizesse me sentir
qualquer coisa
menos que inteira"
Rupi Kaur
Não por uma fatalidade brutal e nem por fazer parte da estatística esmagadora que tem alterado nossa população em essência, mas por entender que a pessoa que eu amava, não me amava também.
E mais do que isso, deixar essa pessoa, foi um ato de amor próprio.
Me debati durante dias atribuindo culpas, buscando soluções e querendo resolver problemas que já não podiam ser resolvidos.
Deixá-lo foi um ato de amor tanto por mim, quanto por ele. Abrir mão de pessoas que antes nos fizeram bem, mas que depois de tempos, só nos causam angústia é preservar o sentimento bom que ainda existe.
Muitas vezes insistimos em situações, pois acreditamos que podemos mudar algo ou que o amor suporta tudo.
Essa ideia do amor romântico, contada através de histórias e contos de fadas, que idealizamos na esperança de encontrar o amor perfeito, tem destruído mais e mais relacionamentos, acabando com nossa saúde mental e integridade física aos poucos.
Sem querer soar clichê, mas já sendo, às vezes precisamos deixar partir e isso não é desistir de algo ou alguém, mas sim, dar a chance de que aquele amor sobreviva.

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