Do rio ao amar
É como o encontro do rio com o mar. A nossa vista a mais simples mistura de cores, nos proporcionando a beleza das diferenças que misturam entre si, mostrando como tudo faz parte de um só, e como o pequeno, em algum momento pode se tornar grande, mas em suas profundezas, dois magníficos mares lutam entre si.
Suas mãos, braços e pernas se entrelaçam, numa constante batalha, grandes ondas são criadas para saber quem será o vencedor.
"Em meio a tanta terra, como pode de uma pequena pedra, um rio despontar?
Deste pequeno vazamento entre rochas, um caminho se formar?
Para encontrar meu único destino, o grande mar!
Quem dera eu, pudesse encontrar outra sorte, outro rumo,
um outro futuro a que eu pudesse rogar,
mas sempre volto para você meu verdadeiro fascínio: Oh grande mar!
Tantas coisas existem e se escondem dentro de mim,
tantas maravilhas sem fim,
Mas tu sempre voltas para me tomar!
Que ódio tenho do meu laço com ti,
e deste soberano e excêntrico amar!
Viverei uma luta eterna,
Me jogarei contra as rochas e terras mais ternas
Na esperança de um dia, deste louco amor escapar!"
"Com o mar ao mar,
não há como escapar
És certo nosso destino
Assim como ave que torna ao ninho,
É a mim a quem deve regressar.
Sem ti não sou mais nada,
Apenas água escura e parada.
Feita de lágrimas salgadas
Deixadas por quem não tem a quem voltar.
Rio injusto e maldito que segue sempre seu próprio caminho
Enquanto eu fico no vazio, esquecido
Sem ter a quem amar...
Ao rio esperarei,
amar ao rio é o que sempre farei
Recebê-lo-ei todas as vezes que quiser voltar
Amar o rio, pois és o único que sempre desejei
Por ti sempre lutarei, amar o rio é o que sempre farei"
Suas mãos, braços e pernas se entrelaçam, numa constante batalha, grandes ondas são criadas para saber quem será o vencedor.
"Em meio a tanta terra, como pode de uma pequena pedra, um rio despontar?
Deste pequeno vazamento entre rochas, um caminho se formar?
Para encontrar meu único destino, o grande mar!
Quem dera eu, pudesse encontrar outra sorte, outro rumo,
um outro futuro a que eu pudesse rogar,
mas sempre volto para você meu verdadeiro fascínio: Oh grande mar!
Tantas coisas existem e se escondem dentro de mim,
tantas maravilhas sem fim,
Mas tu sempre voltas para me tomar!
Que ódio tenho do meu laço com ti,
e deste soberano e excêntrico amar!
Viverei uma luta eterna,
Me jogarei contra as rochas e terras mais ternas
Na esperança de um dia, deste louco amor escapar!"
"Com o mar ao mar,
não há como escapar
És certo nosso destino
Assim como ave que torna ao ninho,
É a mim a quem deve regressar.
Sem ti não sou mais nada,
Apenas água escura e parada.
Feita de lágrimas salgadas
Deixadas por quem não tem a quem voltar.
Rio injusto e maldito que segue sempre seu próprio caminho
Enquanto eu fico no vazio, esquecido
Sem ter a quem amar...
Ao rio esperarei,
amar ao rio é o que sempre farei
Recebê-lo-ei todas as vezes que quiser voltar
Amar o rio, pois és o único que sempre desejei
Por ti sempre lutarei, amar o rio é o que sempre farei"

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