Se inicia mais um capítulo da inacabada novela da vida de uma adolescente.
E eu rio..
Da inconstante certeza que eu tenho sobre o ritmo descompassado que bate aquele coração..
É a falta que se preenche, é o amor tornado em desamor, é o almejo terminado em falta. E se inicia um novo ciclo..
E nada não se completa, nada não se finda...
Como se tudo não fosse muito, remanesce o vazio.
Então eu faço um contorno, pego um desvio, ou que se diga, um atalho, para poder não me lembrar daquilo que não sei sentir.
Mas pouco me importa, se me falta compreensão, ainda sobra sentimento, e a insanidade do meu envolvimento se completa quando cometo todos os outros erros.
Mas os meus falsos juízos são sinceros, e se neles eu tenho esperança de um dia me endireitar, então no momento, permaneço elemento errante e mutável, sem delongas, desculpas ou alguma irreflexão qualquer, por que aquilo que é certo, aquilo que será nosso, o caminho não terá curvas ou desvios, o caminho se apresenta reto, até mesmo para um personagem torto, assim como eu...

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